sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Ouço-te!

Ouço-te repetidamente agora que estás longe,
numa voz que me enche numa saudade
que estranhamente me pertence.
Transformaste a minha realidade.
Transformaste para sempre a minha vida.
Agora também lhe pertences.
-
Simplesmente obrigada, obrigada com alma.

1 comentário:

Lisboa disse...

O teu toque foi estranho, não por ser mau mas por ser familiar.
O teu calor lembrou-me o que queria esquecer e o que queria relembrar.
A tua proximidade deram-me clareza e alento.
Dentro de mim um turbilhão não para de me confundir e não me deixa repousar, fizeste-o mexer mais e repousar. Muito mudaste e deste-me de novo uma força que me escapava por entre os dedos.
O que te deixei pode ter sido um bocado de mim, mas o que me deste a mim foi muito mais valioso.
Agora quero-te numa proximidade afastada ou num distânciamento próximo, não sei o que me dás, mas o deste foi e é tão bom...
Tenho de simplificar a minha mente, deixar para trás este embriegez que outras me forçaram e que não me deixa pensar e voltar a saborear o mundo.
O que és não sei, mas ainda sinto o desejo...